quarta-feira, 16 de julho de 2014

Crítica a uma parábola de mau gosto ou o esquerdismo bocó religioso do púlpito cristão

Li uma parábola publicada ontem no blog Púlpito Cristão e perdi a paciência. A propósito, paciência não costuma ser uma virtude que dispenso a esquerda evangélica. Como estamos em uma democracia (para desgosto de marxistas, socialistas e petistas) tomei a liberdade para reproduzir o texto aqui. Em seguida fiz um comentário breve naquele blog e para minha surpresa ele foi publicado.

Abaixo a parábola cuja bizarrice foi camuflada com estética da religião. A metáfora comete erros históricos, não sei se por falta de informação do autor ou por ele ser mau caráter mesmo. Na dúvida prefiro crer na primeira hipótese.

Em seguida reproduzo os comentários que postei; são curtos, apenas para uma breve reflexão que possa estimular o leitor a pesquisar e analisar a história sem obscurantismos.

Vamos lá!





Por Leo Gonçalves



Eis que dentre a multidão, se levantou certo sionista e perguntou a Jesus: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?


Jesus lhe disse: “Que está escrito na lei? Como você a interpreta?” 

terça-feira, 15 de julho de 2014

A Diferença Entre Adivinhações e Profecias Bíblicas



Norbert Lieth

"Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração" (2 Pe 1.19).

Profecias bíblicas se cumprem sempre, sem exceção. Por isso podemos ter absoluta confiança nelas. Mas quem confia em adivinhações está perdido!

Só uma coisa é certa a respeito das adivinhações de videntes, astrólogos e cartomantes: a cada ano se repete o fiasco da falha do seu cumprimento! Praticamente todas as previsões para 2003 foram falsas. O "Comitê Para a Investigação Científica das Alegações dos Paranormais" na Alemanha comparou 100 prognósticos com a realidade e verificou que as explicações posteriores dos adivinhos são completamente contraditórias em relação às previsões feitas. Muitos de seus prognósticos são formulados de maneira tão vaga que o exercício da futurologia nem se faz necessário, pois qualquer um de nós poderia fazer previsões semelhantes usando simplesmente a lógica e o bom senso. As previsões são tão genéricas que acabam acertando em algum detalhe. Dois exemplos: em dezembro de 2002 um astrólogo previu "iminente risco de guerra" para o Iraque.[1] O matemático Michael Kunkel (de Mainz/Alemanha), observou que uma declaração dessas, naquela época, equivalia a afirmar que o sol iria nascer na manhã seguinte. Relativamente a Israel, um dos prognósticos para este ano dizia: "Depois de sérios distúrbios, existe a tendência de que no final de 2004 haja um acordo de paz satisfatório, de modo a que ambas as partes tenham interesse em cumpri-lo". É quase impossível falar de maneira mais genérica. Mas é interessante observar como as pessoas, que nada querem saber da Bíblia, são enganadas rotineiramente e dão ouvidos a esse tipo de "profecia" vaga e superficial.