“Eu tenho fé [em Deus]” ou “eu sou uma pessoa de fé”. Embora sejam frases comuns de serem ouvidas no cotidiano, a ausência de frutos espirituais ou mesmo transformações no caráter e conduta de muitos que afirmam ter fé demonstram ter ocorrido uma banalização daquilo que é a porta de entrada de todos os benefícios de Cristo iniciados com a salvação. Banalização que talvez explique porque na atualidade são incontáveis as experiências insatisfatórias no campo da fé que têm gerado nos últimos anos um movimento social crescente no Brasil: o movimento dos sem igreja. Se a palavra de Deus nos diz que ‘sem fé é impossível agradar a Deus’ (Hb 11.6), é fundamental entendermos o que é a fé, sobretudo quando modernamente existem muitos conceitos acerca dela que, se devidamente analisados, revelam não ser bíblicos. Vale fazer uma alusão a A.W. Tozer quando dizia que a presença ou ausência da fé define o nosso céu ou o nosso inferno, levando-nos a compreender porque na vida de uma quantidade considerável de pessoas, a transição de uma vida marcada pela falta de fé para uma experiência de fé não produz nenhuma diferença significativa.
Morte do Julio severo e pedido de ajuda
Há 4 anos



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