sexta-feira, 31 de julho de 2015

Qual a base bíblica para a Expiação Ilimitada?


A morte de Cristo por todos os homens pode ser concluída de diversas passagens das Escrituras:

1 – Daquelas que dizem que ele morreu por “todo homem”, por “todos os homens”, por “todos”, pelo “mundo”, por “todo o mundo”:
Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim: se um morreu por todos, logo todos morreram; e ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. [2Co 5.14-15]
Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo. [1Tm 2.5-6]

Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. [Hb 2.9]

E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. [1Jo 2.2]

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Crítica a uma parábola de mau gosto ou o esquerdismo bocó religioso do púlpito cristão

Li uma parábola publicada ontem no blog Púlpito Cristão e perdi a paciência. A propósito, paciência não costuma ser uma virtude que dispenso a esquerda evangélica. Como estamos em uma democracia (para desgosto de marxistas, socialistas e petistas) tomei a liberdade para reproduzir o texto aqui. Em seguida fiz um comentário breve naquele blog e para minha surpresa ele foi publicado.

Abaixo a parábola cuja bizarrice foi camuflada com estética da religião. A metáfora comete erros históricos, não sei se por falta de informação do autor ou por ele ser mau caráter mesmo. Na dúvida prefiro crer na primeira hipótese.

Em seguida reproduzo os comentários que postei; são curtos, apenas para uma breve reflexão que possa estimular o leitor a pesquisar e analisar a história sem obscurantismos.

Vamos lá!





Por Leo Gonçalves



Eis que dentre a multidão, se levantou certo sionista e perguntou a Jesus: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?


Jesus lhe disse: “Que está escrito na lei? Como você a interpreta?” 

terça-feira, 15 de julho de 2014

A Diferença Entre Adivinhações e Profecias Bíblicas



Norbert Lieth

"Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração" (2 Pe 1.19).

Profecias bíblicas se cumprem sempre, sem exceção. Por isso podemos ter absoluta confiança nelas. Mas quem confia em adivinhações está perdido!

Só uma coisa é certa a respeito das adivinhações de videntes, astrólogos e cartomantes: a cada ano se repete o fiasco da falha do seu cumprimento! Praticamente todas as previsões para 2003 foram falsas. O "Comitê Para a Investigação Científica das Alegações dos Paranormais" na Alemanha comparou 100 prognósticos com a realidade e verificou que as explicações posteriores dos adivinhos são completamente contraditórias em relação às previsões feitas. Muitos de seus prognósticos são formulados de maneira tão vaga que o exercício da futurologia nem se faz necessário, pois qualquer um de nós poderia fazer previsões semelhantes usando simplesmente a lógica e o bom senso. As previsões são tão genéricas que acabam acertando em algum detalhe. Dois exemplos: em dezembro de 2002 um astrólogo previu "iminente risco de guerra" para o Iraque.[1] O matemático Michael Kunkel (de Mainz/Alemanha), observou que uma declaração dessas, naquela época, equivalia a afirmar que o sol iria nascer na manhã seguinte. Relativamente a Israel, um dos prognósticos para este ano dizia: "Depois de sérios distúrbios, existe a tendência de que no final de 2004 haja um acordo de paz satisfatório, de modo a que ambas as partes tenham interesse em cumpri-lo". É quase impossível falar de maneira mais genérica. Mas é interessante observar como as pessoas, que nada querem saber da Bíblia, são enganadas rotineiramente e dão ouvidos a esse tipo de "profecia" vaga e superficial.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Canal Livre discute Cotas Raciais com Demétrio Magnoli



Embora a entrevista não seja atual - acredito que tenha acontecido em 2009 por ocasião do lançamento do livro Gotas de Sangue - o tema é atualíssimo.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Negros contra as cotas - Helio de La Peña, Morgan Freeman, Thomas Sowell...

quarta-feira, 26 de março de 2014

Resposta a calvinistas fanáticos

Já faz alguns meses que escrevi o artigo intitulado O calvinismo na teoria e a impossibilidade de vivê-lo na prática ou a onipresença do arminianismo. Só agora, entretanto me dei conta de que alguns comentários foram acrescentados. Eles merecem respostas.

A seguir posto os comentários por partes, em negrito e itálico; as minhas respostas vêm em seguida em caracteres normais:

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Blasfêmia contra o Espírito Santo, o que é?


“Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. Todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do homem será perdoado, mas quem falar contra o Espírito Santo não será perdoado, nem nesta era nem na que há de vir” (Mateus 12.31,32).


Um jovem rapaz me enviou um e-mail perguntando o que seria a blasfêmia contra o Espírito Santo, pecado para o qual não há perdão como o próprio Senhor Jesus disse. É uma das mais aterradoras afirmações feitas pelo Mestre, talvez só comparável em dureza às descrições do inferno proferidas pelo Deus-Homem. Afinal quem sensível para ouvir não ficaria pasmado diante de expressões como “ali haverá pranto e ranger de dentes, trevas eternas, inferno de fogo, castigo eterno..., ainda mais quando lembramos que foram descrições de realidades dolorosas difíceis de imaginar enfatizadas pelo ser mais manso que já pisou na terra?

sexta-feira, 26 de julho de 2013

As manifestações do asfalto e as torções ideologizadas

Por Sandro Moraes

Os protestos que varreram o país e se tornaram conhecidos em todo o mundo deixaram alguns apêndices que puderam ser vistos na última semana. Infelizmente, não foram as manifestações pacíficas que ganharam destaque dessa vez e sim as horrorosas imagens em que bandidos possuídos por fúria quase assassina destruíram vários estabelecimentos comerciais no Rio de Janeiro.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Esta pérola precisa se tornar mais conhecida no Brasil. Compre esta obra e torne-a seu livro de cabeceira. Indispensável para o conhecimento e propagação da verdade bíblica


SINOPSE

Teologia Arminiana: Mitos e Realidades" é um livro envolvente que permite a entrada do leitor na compreensão dos sistemas teológicos de cunho arminiano e calvinista. Escrito por um erudito e arminiano militante, Roger Olson tem como objetivo resgatar o arminianismo clássico e desmistificar certas caricaturas que foram construídas ao longo do tempo. A Teologia Arminiana sempre foi encarada por muitos reformados calvinistas como uma teologia herética, centrada na antropologia e assim considerada semipelagiana. Diante destas acusações, Olson levanta a voz denunciando tais injustiças e propagando que determinados conceitos foram mal compreendidos ou usados de maneira pejorativa e leviana. Partindo dos cinco pontos do calvinismo, a TULIP, Olson apresenta as objeções de Jacó Armínio com clareza e leva o leitor a se posicionar perante conceitos fundamentais da teologia cristã. Soberania, Predestinação, Livre-Arbítrio, Soteriologia e o Caráter de Deus são conceitos intrigantes, que nos movem a ler esta obra de suma importância para o desenvolvimento teológico”.

Sem dúvida alguma, Teologia Arminiana: mitos e realidades, de Roger E. Olson, trata-se de mais uma grande contribuição para o pensar e fazer teológico no contexto da igreja evangélica brasileira.


Comentário adicional

Roger Olson é também autor do excelente "História da Teologia Cristã". Um teólogo, portanto, indispensável para a teologia no país. Sandro Moraes

sábado, 22 de junho de 2013

O “ovo do Diabo” e os jogadores de futebol como pastores neopentecostais. Entrevista especial com Carmen Sílvia Rial

Encontrei hoje esta entrevista no site do Instituto Unisinos e achei interessante publicá-la a despeito de discordar de alguns poucos pontos. Discordo, por exemplo, da primeira metade desta observação da autora: "Ao contrário do catolicismo que prega a simplicidade e concentra-se na vida após a morte, o neopentecostalismo faz das riquezas materiais prova de um bom diálogo com Deus".  Simplicidade apregoada pelo catolicismo nesta existência? A história do romanismo mostra o oposto. A simplicidade, por exemplo, nunca suplantou o luxo e riquezas do vaticano usufruídas pelo clero e inúmeros papas. Embriagados pelo poder os vigários de Cristo se comportaram como verdadeiros anticristos desde o surgimento do catolicismo romano no século IV com Constantino (Sandro Moraes). 

Boa leitura!

Entrevista

Tornar-se pastor evangélico é a aspiração de muitos jovens brasileiros, e uma carreira plausível para um ex-jogador de futebol, constata a socióloga.O neopentecostalismo se difundiu entre atletas desse esporte e oferece uma cosmologia da prosperidade


A presença do neopentecostalismo no futebol é o novo nexo entre futebol e religião que a antropólogaCarmen Sílvia Rial examina em seus recentes estudos. O fenômeno, disse a pesquisadora na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line, coincide com o “aumento meteórico das igrejas evangélicas no Brasil”.
E complementa: “É o caso dos jogadores de futebol. A doutrina conhecida como Teologia da Prosperidade está na base das igrejas evangélicas que tiveram maior sucesso no Brasil. Assim, a Modernidade não apenas não acabou com a religião, como previam alguns, mas a reforçou, como é o caso do neopentecostalismo”. De acordo com Rial, “o neopentecostalismo oferece uma cosmologia capaz de integrar as novas experiências de vida destes jogadores (a experiência de viver no exterior, de solidão) assim como possibilita, para os jogadores-celebridades, viver como milionários sem culpa. Ao contrário do catolicismo que prega a simplicidade e concentra-se na vida após a morte, o neopentecostalismo faz das riquezas materiais prova de um bom diálogo com Deus”.
Carmen Sílvia Rial é graduada em Ciências Sociais e Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. É doutora em Antropologia e Sociologia pela Universidade Paris V – Sorbonne. Na Ecole des Hautes Études en Sciences Sociales cursou pós-doutorado. Leciona no departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. De sua vasta produção bibliográfica, citamos o artigo The ‘Devil’s Egg’: The Football Players as New Missionaries of the Diaspora of Brazilian Religions, publicado na obra The Diaspora of Brazilian Religions(Netherlands: Brill, 2013).

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Qual é a relação que podemos estabelecer entre futebol e religião?