26 novembro, 2022
Lula quer responsabilizar evangélicos por mortes na pandemia. Uma resposta cristã
14 novembro, 2022
Tiago entrou em conflito com o apóstolo Paulo? O que salva? A fé ou as obras?
Por Sandro Moraes
O apóstolo Paulo escreveu:
“Porque pela graça vocês são salvos, mediante a fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8,9).
“Ele nos salvou, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo a sua
misericórdia” (Tito 3.5).
“Concluímos, pois, que o ser humano é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (Romanos 3.28).
Tiago registrou no livro que leva o seu
nome:
“Por acaso não foi pelas obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu o seu filho Isaque sobre o altar?” (Tiago 2.21).
“Assim, vocês percebem que uma pessoa é justificada pelas obras e
não somente pela fé” (Tiago 2.24).
Estamos lendo corretamente as passagens acima? O irmão do Senhor Jesus está em tensão com o mais relevante escritor do Novo Testamento? Estaria o apóstolo Paulo ensinando que somos salvos por Deus mediante a fé, enquanto Tiago afirma o oposto? O ensino paulino é o de que o crente é justificado (declarado justo) diante de Deus pela fé, ao passo que Tiago declara a justificação pelas obras? Não seria este o exemplo de dois ensinos opostos e irreconciliáveis demonstrando o quanto a Bíblia pode estar em gritante contradição?
04 outubro, 2022
Democracia e liberdade andam juntas. Será?
"Toda eleição é um leilão antecipado de bens roubados". - H.L. Mencken
"Votar é o método de obtenção do poder legal de coagir os outros". - Robert LeFevre
"Se a liberdade e a democracia, não são termos equivalentes, mas são complementares: Sem liberdade, a democracia é despotismo, a democracia sem a liberdade é uma ilusão". - Octavio Paz
01 outubro, 2022
Eleições, candidatos e grupos como expressão de uma sociedade dividida
09 maio, 2020
"Tomai, comei, isto é o meu corpo". Hóstia transubstanciada: Ritual canibalístico ou o deus encarnado que não sabe que existe
11 março, 2019
A transubstanciação e a lógica: corpo ressurreto indestrutível de Cristo vs hóstia perecível e outras contradições
A ressurreição de Cristo não foi uma experiência de retorno da morte semelhante a ressurreição de Lázaro (João 11.1-44). Malgrado houvesse continuidade na aparência física de Jesus antes de sua morte e após sua ressurreição, alguns textos sugerem alguma mudança em sua aparência depois de seu retorno à vida. Dois discípulos que conversavam a respeito dos fatos sobre a morte de Jesus não reconheceram o próprio Jesus quando este se aproximou deles e com eles conversou durante parcela considerável da caminhada para a aldeia Emaús (Lucas 24.13-29). Depois, quando Jesus apareceu aos 11 discípulos em Jerusalém, o texto registra que eles ficaram surpresos e atemorizados ao contemplarem o Senhor ressurreto acreditando estar vendo um espírito (Lucas 24.33,37). Mesmo quando Jesus lhes mostrou as mãos e os pés com as possíveis marcas da crucificação, o texto diz que eles, ainda assim, não acreditaram (Lucas 24.38-41). A perturbação na mente dos discípulos pode ser explicada por inicial descrença naquilo que era considerado imponderável. Outra possibilidade é que houvesse diferença suficiente no corpo de Cristo após a ressurreição para que ele não fosse reconhecido de imediato.
06 março, 2019
A transubstanciação é um milagre possível? O que a Bíblia ensina sobre a natureza dos milagres
01 março, 2018
O Sacrifício da Missa: fato ou fraude?
05 setembro, 2017
A autocompreensão de Jesus: O Filho do Homem como reivindicação de sua divindade
E disse Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça (Mateus 8.20).
Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10).
Observar a forma como Jesus referia-se a si mesmo é fundamental para entendermos quem o nazareno acreditava ser. O título "Filho do Homem" ocorre cerca de setenta vezes nos Evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) e doze vezes no Evangelho de João, todos em referência a Cristo. A expressão aparece apenas três vezes no Novo Testamento fora dos Evangelhos (Atos 7.56; Apocalipse 1.13; 14.14). Era sem dúvida o título favorito de Jesus para indicar a si mesmo, e um detalhe atrai a nossa atenção: Jesus era o único que usava esse título; outras pessoas o chamavam de Cristo, de Messias, de Filho de Deus, mas jamais de Filho do Homem. O que significaria essa expressão?
22 agosto, 2017
O que Jesus quis dizer ao identificar-se como EU SOU em João 8.58?
Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos, e viste Abraão?
Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.
Então pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio deles, e assim se retirou (João 8:56-59).
Alguns textos da Bíblia descrevem Deus como pura realidade. Significa que aquilo que é não tem potencial para a não existência, nem para a mudança. Deus é pura existência. Em Êxodo 3.13 Moisés pergunta o nome de Deus, no que recebe a seguinte resposta: "E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Êxodo 3.14). Essa passagem mostra Deus em puro estado de EU SOU. Deus usa o verbo "ser" no presente. A existência de Deus é sempre eterna e imutavelmente presente. Ele não foi ou será; Deus é autoexistente e eterno.










