25 abril, 2010

As bem-aventuranças como estilo de vida

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(Mateus 5.1-12)

Vendo as multidões, Jesus subiu ao monte e se assentou. Seus discípulos aproximaram-se dele, e ele começou a ensiná-los, dizendo:

Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus.

Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados.

Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança.

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos.

Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia.

Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.

Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.

Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus.

Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês.

Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês.


19 abril, 2010

$ementes da extorsão - parte 3











“Sola Scriptura não ensina que tudo o que Cristo ou os apóstolos fizeram ou ensinaram se encontra na Bíblia, mas que tudo o que é necessário para a salvação e vida cristã se encontra na Bíblia; não precisamos de tradição nem de ‘mais revelação’. Certamente podemos nos beneficiar do que outros nos ensinaram sobre a Bíblia e sua relevância para a vida. Deus designou mestres para a igreja; se os ignorarmos, nos tornaremos negligentes. Mas tudo deve ser testado pelo Livro” (Erwin Lutzer, em 7 razões para confiar na Bíblia, p. 166).

“À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Is 8.20).

14 abril, 2010

$ementes da extorsão - parte 2

É antiético citar nomes de pregadores famosos ao criticá-los - Erro número 2

É uma preocupação e uma “ética” danosa à igreja, um zelo desnecessário e contraproducente, fruto de uma visão estreita, míope, inabilitada para perceber que mais importante do que diplomacia que conduz ao inferno é a denúncia que protege o rebanho dos lobos roubadores. Sabedor disto o apóstolo Paulo nos dá o exemplo e não poupa aqueles que conspiravam contra a igreja do Senhor Jesus, citando-os pelo nome e denunciando com contundência suas perversidades heréticas. 

13 abril, 2010

$ementes da extorsão - parte 1







“Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado!” (Gl 1.6-9 - NVI). 

Por Sandro Moraes

É impressionante o quanto é precário o senso crítico no meio do povo de Deus no tocante aos evangelhos enlatados da TV, a despeito das recorrentes advertências bíblicas de que nos últimos dias haveria uma grande apostasia e que seria pervertido o caminho da verdade numa escala crescente. As escrituras indicam desvios da verdade em escala global e não avivamentos, nos dias imediatamente precedentes ao arrebatamento. A adulteração perversa e cínica do evangelho como cumprimento das profecias é notória, contudo a ausência de discernimento parece crescer na mesma proporção.


08 abril, 2010

Vampirismo do bolso e da alma



Insuportável: mesmo que preciso e paradoxalmente insuficiente, o termo é bastante apropriado para descrever o nauseante cenário do evangelicalismo tupiniquim. Nauseante e confuso, realidade que também pode ser definida como babel, tamanha é a confusão e mistura da verdade com o erro no meio daquilo que se convencionou chamar de igreja evangélica. 

Conceituar o que é ser evangélico tornou-se um desafio a tal ponto que se torna perigoso alguém apresentar-se como tal, já que grande é o risco de ser confundido com tudo aquilo que é tortuoso, de mau-caráter, salafrário, mercenário ou idiota, dependendo do contexto em que essa rotulação é apresentada. Já não há mais referências precisas. Se até meados do decênio de 1990, evangélico era alguém confiável, com retidão de caráter, desejável de muitas empresas, não apreciador das bebedeiras, noitadas ou baladas, freqüentador de igreja, adorador de Cristo, afeiçoado à oração, à leitura da Bíblia e a verdadeira espiritualidade, hoje evangélico é, aos olhos de boa parcela da sociedade, alguém indefinível, indecifrável, alienado, é tudo exceto alguém relacionado ao evangelho de Cristo.

02 abril, 2010

Quem é Jesus para você?

“Quem vocês dizem que eu sou”? Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.15,16).

O arcanjo Miguel para o adventismo; espírito evoluído e iluminado, porém não-divino, para o espiritismo; um grande mestre no budismo; mensageiro ou profeta, contudo menor que Maomé, não sendo Deus, nem seu filho segundo o islamismo; um espírito pré-existente criado por Deus, irmão de Lúcifer, casado, polígamo, de nenhum modo gerado pelo Espírito Santo, muito menos filho de Deus no mormonismo; o arcanjo Miguel também e um deus menor que Jeová consoante as testemunhas de Jeová ou mais um guru ou mestre iluminado, como foi Buda, Krishna, Confúcio e outros grandes fundadores de religiões conforme as filosofias esotérico-sincretistas orientais da nova era. Mostram tais afirmações como podem ser variadas as noções dos mais diversos matizes religiosos acerca de Jesus Cristo. Equivocadas também, tendo em conta as declarações do próprio Jesus acerca de Si mesmo, muito embora tais noções evidenciem respeito ou de algum modo o reconhecimento do impacto singular ocasionado por Ele na história.   

E para você, quem é Jesus Cristo?

24 março, 2010

A loucura da cruz

“Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1Co 1.18, ARA).


Ao escrever esta Primeira Epístola aos Coríntios, o apóstolo Paulo revela a pressão e os desafios de uma igreja iniciada num contexto cultural e religioso pagãos. Havia graves problemas espirituais e morais no estilo de vida da igreja de Corinto. Discórdias, facções, imoralidades, ações judiciais, abuso dos dons espirituais e práticas questionáveis na Ceia do Senhor formavam a pertubadora visão de uma igreja que precisava de uma ruptura extremada com as tradições helênicas politeístas idólatras. Era necessário romper com os maus costumes e com o pecado que ameaçava a existência de uma igreja imatura, apesar dos diversos dons espirituais que capacitavam muitos membros para o serviço cristão santo e produtivo.

18 março, 2010

O não-perdão como desconstrução da vida

“Enquanto apedrejavam Estêvão, este orava: ‘Senhor Jesus, recebe o meu espírito’. Então caiu de joelhos e bradou: ‘Senhor, não os considere culpados deste pecado’. E, tendo dito isto, adormeceu” (At 7.59,60).

A semelhança das palavras do primeiro mártir da história da igreja com as palavras do Senhor Jesus quando pediu ao Pai que perdoasse os pecados daqueles que o crucificavam e zombavam dele (Lc 23.34), nos deixa um grande exemplo de perdão. E numa situação de violência extrema. Seríamos capazes de perdoar como Estêvão perdoou os seus algozes? Sim, se tivermos a nossa vida debaixo do absoluto controle e soberania de Deus, se estivermos cheios do Espírito Santo e do amor divino. Não é desejo de Cristo que venhamos a retribuir o mal com o mal. Embora nossa atitude natural seja a de desejo por justiça e vingança no lugar da misericórdia quando somos ofendidos, perseguidos, caluniados ou maltratados, o modelo deixado pelo herói da fé deve inundar profusamente a nossa mente e coração. Se Estêvão guardou o exemplo do Senhor Jesus, nós também podemos guardar o mesmo. Não digo que seja fácil perdoar, mas o perdão não pode ser dificultado, tornado pesado, além de ser uma exigência do Pai.

16 março, 2010

O perdão como purificação da alma

Mágoa: sentimento-experiência comum a todos. Os relacionamentos não estão sempre alicerçados na simplicidade. Tantas são as diferenças entre as pessoas que o peso das variadas experiências de vida, personalidades, projetos, objetivos, sonhos ou simples desejos faz com que haja choques, colisões frontais, puxada de tapetes, competições, rivalidades, inimizades.  

Mais do que as adversidades e espinhos da existência, são as pessoas que mais nos magoam, e nós magoamos outras pessoas também. É surpreendente a capacidade que temos para ferir até a alma mesmo com os gestos mais simples, porém marcados pelo egoísmo. Já testemunhei relacionamentos entre amigos ou mesmo irmãos que muito se amavam, transformarem-se em relacionamentos amargos, nada amistosos, até moral e fisicamente agressivos, ocasionados por conflito de interesses. A comunicação é rompida, dando lugar a uma gelada indiferença. As palavras de admiração, carinho e amor quando não substituídas pelo silêncio, são suplantadas pelas tentativas de desconstrução da imagem do outro com o vociferar de uma verdadeira tsunami de palavras maledicentes.

08 março, 2010

Valorização da mulher: o legado de Cristo

“Jesus de Nazaré é incomparável em seu impacto sobre as mulheres. Ninguém fez tanto para elevar a dignidade da mulher em geral e da maternidade do que Jesus Cristo.” (Tim LaHaye)

Mais um 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Há muito para ser celebrado, igualmente tanto para ser lamentado. Se a data ainda existe dentro de um colossal esforço para associá-la a uma conscientização, significa dizer que tem sido roubado o direito da mulher de existir no mundo com o devido reconhecimento de seu papel.