Por Irailton Melo de Souza*
Uma constatação acerca do exercício do pastorado tem-me deixado perplexo. Conversando com pastores de diferentes denominações e correntes teológicas, de históricos a contemporâneos, de tracionais a pós-modernos, de fundamentalistas a liberais, enfim, não importa, vejo surgirem dois novos tipos de posturas relacionadas à vocação pastoral.
Se de um lado, encontro “pastores” compreendendo suas pequenas (ou grandes) igrejas como grandes negócios, de outro, vejo “pastores” tratando o ministério pastoral como um passatempo de fim de semana, um brinquedinho para as horas vagas.





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