segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Fé: uma realidade banalizada ou incompreendida?


“Eu tenho fé [em Deus]” ou “eu sou uma pessoa de fé”. Embora sejam frases comuns de serem ouvidas no cotidiano, a ausência de frutos espirituais ou mesmo transformações no caráter e conduta de muitos que afirmam ter fé demonstram ter ocorrido uma banalização daquilo que é a porta de entrada de todos os benefícios de Cristo iniciados com a salvação. Banalização que talvez explique porque na atualidade são incontáveis as experiências insatisfatórias no campo da fé que têm gerado nos últimos anos um movimento social crescente no Brasil: o movimento dos sem igreja. Se a palavra de Deus nos diz que ‘sem fé é impossível agradar a Deus’ (Hb 11.6), é fundamental entendermos o que é a fé, sobretudo quando modernamente existem muitos conceitos acerca dela que, se devidamente analisados, revelam não ser bíblicos. Vale fazer uma alusão a A.W. Tozer quando dizia que a presença ou ausência da fé define o nosso céu ou o nosso inferno, levando-nos a compreender porque na vida de uma quantidade considerável de pessoas, a transição de uma vida marcada pela falta de fé para uma experiência de fé não produz nenhuma diferença significativa.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Milagres contra o Evangelho

Uma das principais indicações do paulinismo de que o arrebatamento seguido do surgimento do iníquo é iminente é a apostasia em escala mundial (2 Ts 2.1-12; vide também 1 Tm 4.1,2). A apostasia espiritual é marcada pela incredulidade entre alguns "ex-crentes" professos que abandonaram a verdade das Escrituras para repudiar o genuíno Evangelho. Um grande exemplo disso são os teólogos liberais que não crêem na inerrância das Escrituras, são relativistas, universalistas, ecumênicos, não acreditam na existência do inferno... No cenário religioso nacional observamos alguns elementos apóstatas. Chama a atenção, a profusão de ensinos e práticas heterodoxas que tornam um desafio discernir a verdade do erro, uma vez que ambos se confundem numa simbiose perversa.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Contatos de Quarto Grau



Em cartaz nos cinemas causando um relativo estardalhaço, o filme Contatos de Quarto Grau já desperta a atenção a partir do material de divulgação. Os spoilers informam que a produção fílmica é baseada numa história real. O caso é tão verdadeiro quanto a invasão dos OVNIS narrada por Orson Welles em 1938 nos EUA causando histeria coletiva. A narrativa de Contatos é toda uma farsa. Reais mesmo foram os desaparecimentos que ocorreram na cidade de Nome, no Alaska. Os habitantes de lá é que reclamam do filme porque, quando não mancha a imagem da cidade, de certo modo descredibiliza os desaparecimentos autênticos dos últimos anos.


Na trama várias pessoas se queixam de insônia para a psicóloga Abigail Tyler. Em sessões de hipnose, os pacientes vêem uma coruja e posteriormente descobrem que fizeram contatos com ETs, foram abduzidas (seqüestradas para dentro de OVNIs para experimentos e/ou comunicação, o que caracteriza o contato de quarto grau) e há cenas de atividade paranormal, levitação, perturbações mentais e suicídio. Tudo uma farsa, uma tendência atual de Hollywood de achar que uma “história de terror baseada em fatos” pode assustar mais que o horror fictício.

Ame a Deus por Ele mesmo, sirva-O por nada

Por Sandro Moraes

Jeremias 29.13
Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração”.

A primeira compreensão que deve habitar a vida de todo aquele que crer é que Deus não pode ser encontrado por acaso. É encontrado somente no propósito de uma busca sincera. Outra verdade é que ninguém, que pense encontrar a Deus interessado em alcançar outra coisa, o encontrará mesmo que encontre a outra “coisa”. Mais: aquele que busca outra coisa fingindo buscar a Deus estará sozinho, porque mesmo conquistando algo, nada possui, porque não possui o “tudo”.

Quem teve um encontro com Deus, encontrou o significado da vida, posto que a vida sem Deus é pura existência, desprovida de vida. Diante de tudo isto, sendo Deus quem é, devemos buscá-Lo e amá-Lo por Ele mesmo, devemos servir-Lo pelo que é e nada mais. Devemos amá-Lo e servi-Lo sem buscar nada em troca. Lembre-se: Deus é e jamais devemos entendê-lo como meio de obter qualquer outra coisa.