O senso-comum no diversificado cenário religioso com freqüência leva a impressões inexatas do que seria um discípulo de Jesus Cristo. “É uma pessoa muito religiosa, que vai muito à igreja, todo domingo está lá, só fala de religião”..., talvez dissesse alguém. “É aquele que ora muito, e por mais tempo, ora boniiito!”, diria outro. São alguns exemplos que mostram que as noções mais comuns acerca do que seria trilhar os caminhos do Salvador, alicerçam-se em exterioridades, nos ativismos, nas aparências religiosas, no levantar de mãos, no fechar de olhos, ou até mesmo nas máscaras qual bailes de carnavais, só que colocadas para ocultar as coisas desagradáveis do ser dentro do ambiente religioso: o dia de culto é o momento de forjar uma aparência piedosa para ser apenas mais um “crente” ou para ser aceito, admirado, para ganhar status..., podem ser inúmeras as razões para não exteriorizar as podridões do homem interior.
Numa noção mais abrangente, o discípulo de Jesus seria toda pessoa de qualquer religião que sinceramente está em busca da verdade e sendo, por assim dizer, capaz de encontrar sua própria salvação.
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