quarta-feira, 30 de junho de 2010

Salvação: dádiva exclusiva de Cristo



Um homem e uma mulher, criados em estado de inocência, criados para o prazer de Deus de desfrutar com eles um relacionamento de amor perfeito. Para que a entrega fosse verdadeira, com inteireza de coração, Deus concedeu ao casal liberdade de escolha, deu ao homem a chance de viver em obediência prazerosa ao criador, obediência não imposta: a espontaneidade seria a comprovação da sinceridade, a prova do amor autêntico. Eles tiveram a chance de amar a Deus de todo o coração, alma e entendimento. O planeta terra era o palco de uma prova de fogo, o laboratório de um grande teste; no paraíso do Éden o Senhor Deus dá a ordem: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.


  

O criador planejou a presença da árvore, cujo fruto era proibido de ser comido, como prova de obediência do gênero humano.

Aquilo que deveria ser o portal de entrada do amor espontâneo permitiu a entrada do arsênico na raça humana: o poder de escolha; o veneno? O pecado. O anjo caído tentou, o homem cedeu, a raça humana se tornou pecadora. 

Pecado, uma agressão ao Deus santo, ofensa cometida contra Ele a todo o momento; por palavras, ações e pensamentos pecamos. Maldição de todos nós, pecado, herança maldita, adâmica, onipresente na história. Separado do Criador pelo pecado, o homem tornou-se espiritualmente morto. E essa morte visita todos os homens, todos, sem exceção, são nascidos em pecado, em pecado me gerou minha mãe. 

Todavia o nosso Deus é um Deus de amor. Ele pavimentou a estrada para a reconciliação do homem consigo mesmo.  O Eterno providenciou um sistema de sacrifícios na antiguidade para expiar os pecados em resposta à fé daquele que oferecesse a oferta. Os sacrifícios de sangue, por cobrirem os pecados apenas temporariamente, tinham que ser repetidos. Não removiam o pecado. 

O perdão dos pecados exige derramamento de sangue. É o justo decreto de Deus. Mas a misericórdia suplantou o juízo divino; todos mereciam o eterno banimento da presença de Deus, o exílio num lugar de esquecimento eterno; a dor infinita da separação do Pai. 

Não, Deus jamais tencionou manter a coroa da criação eternamente perdida. Ele nos ama com um amor inefável, incompreensível, que está na contramão de todas as lógicas humanas. E só o sangue perfeito poderia assegurar o perdão em definitivo, com efeitos que ecoam na eternidade. Só o sangue de um Deus poderia aplacar a justa ira do juízo divino. Mas o sangue de Deus não poderia ser derramado.  Por amor a todos nós, a todos os seres humanos, Ele rebaixou-se à categoria do homem, esvaziou-se a si mesmo, tornou-se como um de nós, fez-se humano e habitou em nosso meio; desceu para romper a barreira da separação. Experimentou todas as alegrias e agruras da vida, mas jamais pecou. Gerado pelo Espírito Santo, não nascido em pecado, era totalmente homem, totalmente Deus, ser perfeito, sangue perfeito para a nossa redenção: sacrifício de eficácia infinita para pagar os crimes da humanidade.

O Senhor Jesus Cristo morreu na cruz, sofreu a morte que eu e você merecíamos, o justo morreu pelos injustos, morreu em nosso lugar, aquele que não conheceu pecado, fez-se pecado por nós, para nos reconciliar com o Pai.  

Palavras de C.S. Lewis: “O Filho de Deus se fez homem para que o homem pudesse ser feito filho de Deus”. 

O texto clássico e mais célebre da escritura sintetiza o amor perfeito que ninguém merecia: 

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).

Você entendeu?

Somos pecadores, separados de Deus por querer andar à nossa própria maneira, conforme nosso próprio egoísmo que é antagônico ao Deus Santo e não podemos voltar para Ele por efeito do pecado, violação do santo padrão de justiça divina.


Salvação

Se você ainda não o fez, precisa admitir a realidade dolorosa de que precisa de um salvador. Ilusão desfeita com os espinhos factuais: você não pode salvar-se! Se pudesse, seria capaz de executar tudo o que Deus requer. A única pessoa apta para isto foi a única a viver de um modo digno e aceitável diante do Criador. Você precisa de Jesus, aquele que morreu na cruz do Gólgota como substituto pelas nossas ofensas, porque não somos capazes de agradar a Deus por nosso mérito ou esforço próprio. 





Em Romanos 6.23 está escrito: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.

Se você reconhecer agora que é pecador e que precisa de uma salvador, arrependa-se de seus pecados, peça perdão a Deus pelas suas inúmeras ofensas cometidas contra Ele. Em fazendo isto, Deus te perdoará e te dará a vida eterna. 

Não endureça o seu coração, antes, com coração quebrantado, converse com Deus agora em oração, receba a Jesus como único, exclusivo, suficiente e eterno salvador e senhor em sua vida. Se você honesta e sinceramente fizer isto, receberá o dom de Deus, a salvação, a vida eterna, nascerá de novo, tornando-se filho de Deus, adotado na família do Pai celeste. Torna-se nova criação, os refugos são passados, tudo é novidade e alegria, uma revolução espiritual começa a acontecer.     

O paraíso perdido um dia será paraíso restaurado e eu e você estaremos nele.

Agora, se você ainda não tomou a decisão mais relevante da sua existência, Jesus continuará batendo na porta do seu coração. Cabe a você abri-la ou mantê-la fechada. Cristo jamais irá arrombá-la. Talvez os dedos dele estejam cheios de calos de tanto bater. Ele te ama muito. Ele viveu, morreu e ressuscitou por amor a ti e a mim, para nos salvar. 

Um dia o apóstolo Paulo pregava essa mensagem. Havia três respostas diferentes:

“E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez. E assim Paulo saiu do meio deles. Todavia, chegando alguns homens a ele, creram...” (Atos 17.32-34).

Você tem uma escolha entre três opções: zombar desta mensagem, deixar para ouvi-la mais tarde, o que poderá ser muito tarde ou crer nela. 

A decisão é sua!

Qual é a sua decisão?


Por Sandro Moraes

São Luís-MA / Brasil

4 comentários:

Alexandre Pitante disse...

Caro Sandro!

A Paz do Senhor!

Você não posta diariamente, porém os seus textos são textos de intensa reflexão. Gosto muito dos seus textos. Sempre quando posso dou uma passada para lê-los.

Deus o Abençoe.

Abraço em Cristo, Alexandre Pitante.

Alexandre Pitante disse...

Sandro, Paz do Senhor!

Desculpa eu estou a muito tempo procurando um template leve e com cores que se encaixam no meu banner de divulgação. E achei o seu muito bonito.

Estou procurando ele na internet pra baixar, se eu encontrar não vai ficar chateado se eu usar. Vai?

Abraço em Cristo, Alexandre Pitante.

Sandro Moraes disse...

Querido irmão em Cristo, Pastor Alexandre, Paz e seja bem vindo! Quanto ao visual que você chama de template (não sabia que se chamava assim) na verdade foi a escolha de uma irmã em Cristo de uma outra igreja. Ela é web designer. Eu havia criado um blog que tinha ficado muito simples e foi ela quem me presenteou com este visual! E melhor, não me cobrou nada, aleluia! Rsrs.

Amigo, fique à vontade para usar o mesmo visual, não há problema. Forte abraço, e parabéns pelo seu blog. Sempre leio as postagens, embora nem sempre faça comentários. É um belo trabalho. Deus te abençoe sempre! Abraço!

Alexandre Pitante disse...

Paz do Senhor, Sandro.

Obrigado!

Abraço em Cristo, Alexandre Pitante.